quarta-feira, setembro 30, 2009
O mundo do Fantástico
Pergunto-me porque não consigo ordenar as palavras para escrever uma estória sobre o Fantastico. Sei que tenho grande desconhecimento sobre o tema, mas não devia conseguir escrever na mesma? Tenho até domingo...
terça-feira, setembro 29, 2009
Lembrei-me...

quinta-feira, setembro 24, 2009
Política: peço-vos que votem...
quinta-feira, setembro 17, 2009
Pin - Uma explicação de ternura

Pin
Uma explicação de ternura
"Ternura (muita), e as palavras que dela nasceram... momentos (muitos) que explica no bater do coração e no brilho do olhar. Ternura... este livro é apenas uma das suas muitas explicações.
Nasci de mão dada com a ternura, com ela cresci, me fiz gente.
Aprendi a acarinhá-la, a guardá-la entre os dedos. Semeio-a, com a ajuda do vento.
Sacio-lhe a sede, com lágrimas doces.
Vejo-a tornar-se maior sem sobejar.
Bebo de toda a que me oferecem e entrego-a, na mão de quem a queira de mim beber.
Este livro reflecte o que hoje sou.
Espero que possa transmitir-vos a serenidade e a ternura que sinto quando escrevo.", Luísa Azevedo.
No proximo dia 20 de Setembro (domingo) pelas 16h00, decorrerá o lançamento do livro “Pin – Uma explicação de ternura”, de Luísa Azevedo, no Ateneu Comercial do Porto. Os textos e imagens são da sua autoria.
Apesar de eu não poder estar presente, é com a maior dos prazeres que vos convido a estarem a seu lado no próximo dia 20.

sábado, setembro 12, 2009
Os meus 5 Sentidos
Regras:

1. Exibir o selo.
Como sou bem mandada, cá está ele:
2. Indicar o nome e o link do blog de quem recebi.
Recebi o desafio da Marta do Confesso Aqui, neste post .
3. Indicar outros 5 blogs.
Ora bem, os blogs que eu ia nomear já foram quase todos nomeados, mas volto a repetir:
More Than Words; Carracinha Linda; Confesso Aqui (amor com amor se paga); e cá vão outros dois: Sound of Silence e Linda Carmo.
4. Dizer qual o sentido que melhor me descreve:
terça-feira, setembro 08, 2009
A Joana
A Joana é uma amiga, uma companheira de luta. É uma mulher como tantas que existem entre nós. Uma mulher que sofreu muito, que teve uma vida dura ainda antes de nascer... Sofreu e teve que crescer, aprender a sobreviver. A Joana é uma jovem adulta que está preparada para desabafar tudo o que viveu e o que não viveu.
A Joana vive comigo há um ano e meio, e agora está de volta...
... A Joana é ficção, mas poderia muito bem não ser.
segunda-feira, setembro 07, 2009
Era uma vez... um conto numa gaveta!

ERA UMA VEZ... UM CONTO NUMA GAVETA... Que de repente pode passar do anonimato para o expositor de uma livraria.
O Armazém de Ideias Ilimitada está a promover [post de dia 1 de Setembro de 2009] a recepção de textos para a compilação de um livro de contos, sob a coordenação da escritora Ana Brilha (escritora galardoada com o Prémio literário da Ordem dos Advogados em 2007, com a publicação da obra Memórias de um Corvo).
A recepção dos contos dar-se-á até dia 28 de Fevereiro de 2010, e por isso muito tempo (demasiado tempo?!) para escrever bem, bons contos ou simplesmente para retirá-los da gaveta e fazer uma ultima revisão. Sei que alguns de vós escreve e escreve bem. Fica a informação e fica o desafio.
Quanto a mim... veremos!
Obrigada Amiga por me teres enviado a informação.
sexta-feira, setembro 04, 2009
Paro e olho...
Amanhã irá casar uma das minhas melhores amigas de sempre... Alguém que passou comigo a adolescencia, a juventude e o principio desta fase em que nos chamam adultos. Uma amiga que longe, esteve sempre perto... Uma amiga, uma irmã, que nos olhamos olhos nos olhos e que nos vemos de coração. Um olhar é um sorriso.
A vida passa, crescemos, mudamos... Mas existem coisas que nunca mudam. Olho o futuro com esperança, uma esperança que me diz que no meio de tanto turbilhão, é possivel ser feliz.
quarta-feira, setembro 02, 2009
Lições que se aprendem...
domingo, agosto 30, 2009
My stars...
Para as estrelas da minha vida...
... esta é a minha forma de mostrar que gosto muito de vós.
quinta-feira, agosto 27, 2009
Morte vs virtualidade
terça-feira, agosto 25, 2009
Aspiração...
Sem prazer e sem dor parece
Que o foco interior já desfalece
E vacila com raios duvidosos.
É bela a vida e os anos são formosos,
E nunca ao peito amante o amor falece...
Mas, se a beleza aqui nos aparece,
Logo outra lembra de mais puros gozos.
Minha alma, ó Deus! a outros céus aspira:
Se um momento a prendeu mortal beleza,
É pela eterna pátria que suspira...
Porém, do pressentir dá-ma a certeza,
Dá-ma! e sereno, embora a dor me fira,
Eu sempre bendirei esta tristeza!"
Antero de Quental
quarta-feira, agosto 19, 2009
Mote...
Se sentires saudades do que fazias, volta a fazê-lo.
Não vivas de fotografias amareladas...
Continua, quando todos esperam que desistas.
Não deixes que enferruje o ferro que existe em ti.
Faz com que em vez de pena, tenham respeito por ti.
Quando não conseguires correr através dos anos, trota.
Quando não conseguires trotar, caminha.
Quando não conseguires caminhar, usa uma bengala"... mas nunca desistas"
Madre Teresa de Calcutá
Coisas que me fazem confusão...
sexta-feira, agosto 14, 2009
Cartas...
Lembrei-me também das noites que passei a escrever-vos, dos rascunhos que fazia mas o original ficava bem diferente. Lembrei-me de algumas coisas que vos dizia... coisas próprias da idade, mas de quem partilha o que é mais relevante na altura. Depois colocava cuidadosamente no envelope, selava e colocava no correio imaginando se teriam a mesma emoção ao receber as cartas como eu tinha.
Entre nós houveram também cartas daquelas que entregavamos em mão. E porque não?! Não era caso de não o dizer em voz alta ou olhos nos olhos... Mas gostavamos de o deixar por escrito, e faziamo-lo. Muitas vezes era também a única forma de dirigirmos palavras apenas aquela pessoa sem que todos os outros nos ouvissem.
Hoje fizeram-me lembrar de vós e, depois de jantar abri a caixa onde tenho todas as vossas cartas. Reli algumas, outras apenas desfolhei, afinal sei-as quase de cor. Olhei novamente para a vossa letra, para os vossos e meu nome escritos nos envelopes, mais ou menos rasgados. Vi também aqueles papeis soltos, as tais cartas entregues em mão. Encontrei algumas reliquias que me fizeram sorrir só de ver a folha, e vieram algumas lágrimas os olhos também... Senti-lhes o cheiro, o cheiro de momentos mágicos. Que saudades... mais daqueles tempos que de vós, porque felizmente quase todos vós acompanham-me até hoje. Agora já não vos escrevo... tornou-se tudo mais rapido: são os telefonemas, as sms, os emails...
... Mas qualquer dia, ainda vos volto a escrever.
terça-feira, agosto 11, 2009
Comunicado: Restauração da Monarquia
A Bandeira esteve assim asteada da 1h da manhã às 13h da tarde do mesmo dia.
Se por um lado os 31 da Armada cometeram crime por desrespeito ao simbolo nacional, quem retirou a bandeira dos Paços do Conselho também o fez.
Os 31 do Armada prometem que, até dia 5 de Outubro de 2010, ano em que se comemora o centenário da República, haverão mais novidades... E nós ficaremos a ver.
Pergunta em jeito de curiosidade: A esquadra da polícia fica relativamente perto dos Paços do Concelho. Onde estavam os polícias?
Nota: O Darth Vader, que aparece no final da gravação, é uma personagem da "Guerra das Estrelas" que luta contra a República.
segunda-feira, agosto 10, 2009
Chove em mim...
sábado, agosto 08, 2009
Estou cansada...
Tão cansada que as cores do arco-íris
não têm a mesma cor,
nem o sol brilha
com a mesma intensidade.
Estou cansada...
Tão cansada que as aves
voam mais devagar no céu
e as crianças
brincam com menos alegria.
Estou cansada...
Tão cansada que as flores
perdem o seu perfume
e a fruta
o seu sabor.
Estou cansada...
Simplemente cansada.
segunda-feira, agosto 03, 2009
Adormeço...
Faço as contas que sei de cor: faltam cinco horas e cinquenta minutos para que o despertador volte a tocar... Depois a corrida de todos dias cheias de contas que também sei de cor: trinta minutos para despachar e acordar as crianças, quinze para lhes dar o pequeno-almoço e fazer o almoço que levo comigo, cinco minutos a pé até ao autocarro, trinta minutos de autocarro, seguidos de dez minutos de comboio, e mais dez a pé. Depois de oito horas de trabalho, são dez minutos a pé e vinte de comboio que me separam do segundo emprego. Depois de mais quatro horas de trabalho, volto para casa que fica a uma distância de uma hora de casa com dois comboios e um autocarro. Quando chego a casa, as crianças já dormem e aí, sem qualquer vontade, atiro-me apenas para cima da cama... E adormeço embalada pelos pensamentos do dia seguinte.

